quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Produto com a comercialização suspensa para novos assinantes
terça-feira, 27 de maio de 2008
Como fica a educação financeira dos filhos na guarda compartilhada?

Segundo a relatora do projeto, deputada Cida Diogo (PT-RJ), neste sistema de guarda, existe uma co-responsabilidade dos pais pelos direitos e deveres dos filhos. "A guarda compartilhada vai permitir o poder de decisão dos pais e não só de um deles, como é na guarda unilateral", disse a deputada.
O lado financeiro
Quando a questão é a educação financeira, por sua vez, o professor de finanças da FGV (Fundação Getúlio Vargas), José Eroni Fernandes, acredita que nenhuma das partes irá querer fazer o papel mais difícil: dizer 'não', o que levará a uma deseducação. "Nas compras, nos presentes, sempre vai haver a disputa pela simpatia".
Isso porque, na visão de Fernandes, o que acontece é que quando os pais se separam eles se sentem devedores emocionais dos filhos, e acabam por compensá-los financeiramente. "Se a criança tem uma educação mais restrita e outra não, ele vai seguir a outra forma, porque só pensa no benefício do agora", explica.
A educação
De acordo com ele, a melhor forma de educar financeiramente os filhos é ter um plano e, principalmente, regras. "Educação financeira se dá com restrição", diz Fernandes, completando que o principal problema dos jovens, hoje em dia, é que eles não têm nenhuma noção de valor do dinheiro.
Ao ser questionado sobre se a mesada seria a melhor forma de dar dinheiro, no caso de pais com este tipo de guarda, ele afirmou que é uma possibilidade, desde que se tome cuidado. "A mesada não deve ser só usada para aprender a gastar, mas poupar. Tem que haver regras: qual o destino deste dinheiro?".
Se aumentar o valor, faça com que a criança tenha, também, mais responsabilidades sobre seus próprios gastos. "Senão irá virar um salário do filho. Precisa ter limites!".
O projeto
De acordo com a proposta, a guarda compartilhada poderá ser fixada por consenso ou por determinação judicial.
O projeto de lei estabelece que a guarda unilateral ou compartilhada poderá ser requerida, por consenso, pelo pai e pela mãe, ou qualquer um deles, em ação autônoma, de separação, de divórcio, de dissolução de união estável ou em medida cautelar.
Fonte: http://br.pfinance.yahoo.com
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Cuidado: não deixe o dinheiro destruir seu casamento
Juras de amor eterno, um lindo vestido branco e chuva de arroz para dar sorte. Quem bom seria se o casamento fosse feito apenas dessas coisas. Mas é preciso lembrar que após a chuva de arroz, começa uma vida em comum, que nem sempre será só de bons momentos.Pesquisas alertam os enamorados: o dinheiro é um dos fatores que mais separa os casais e, por isso, ao embarcar no primeiro, segundo ou terceiro casamento, é importante estar atento a diversos pontos referentes a vida financeira do casal, para que o grande amor não dure menos do que o salário recebido no primeiro mês de casados.
A mesma opinião é compartilhada pela psicóloga Cleide Maria Guimarães. "Muitos casais nem conversam sobre dinheiro e nem sabe como o outro gostaria de gastar o dinheiro que, a partir do casamento, passa a ser dos dois. E aí surgem desavenças quando um gasta de um jeito, o outro de outro e ambos não entram em um acordo".
Cuidados
Especialistas afirmam que, ter uma conta para os gastos da casa, uma conta separada caso um dos cônjuges já tenha um filho de outra relação, ou uma conta com uma pequena verba para que cada um possa gastar como quiser, são atitudes que podem garantir a harmonia do casal.
A psicóloga, no entanto, afirma que, a solução para os problemas está na conversa. "Os casais precisam conversar sobre dinheiro e muitos evitam esse assunto na relação. Muita gente usa a desculpa de que como tem uma vida corrida e tem pouco tempo para estar com o cônjuge, não quer usar esse tempo para falar de dinheiro. E isso é um erro, porque a falta de diálogo sobre as finanças do casal pode, sim, arruinar a relação".
Ainda de acordo com a profissional, apenas por meio do diálogo é possível chegar a uma decisão em consenso do que funciona melhor para cada casal.
Conta conjunta?
Cleide afirma que, quando um casal que não tem harmonia financeira possui uma conta conjunta, pode mesmo ser complicado. "Na conta conjunta cada gasto fica registrado. O marido sabe quanto a mulher gastou em sua última ida ao shopping e ela sabe quanto ele gastou no bar com os amigos. Se não houver maturidade, a conta pode ser um fator complicador".
No entanto, Cleide acredita que optar por contas separadas é opção de casais que não vivem uma relação sólida. "Casais que moram junto, mas não unem sua renda, mostram que também não são unidos na relação. Essa coisa de o que é meu é meu e o que é seu é seu revela que as pessoas não estão preparadas para dividir as coisas e não estão disponíveis para ajudar o outro. Já tive clientes que emprestavam dinheiro para suas mulheres e faziam elas assinarem um recibo com a promessa da devolução daquele valor".
A psicóloga alerta, ainda, para outro fator que pode danificar o casamento. "Algumas pessoas, sejam homens ou mulheres, utilizam o dinheiro como poder. Quando estão casadas, elas até possuem uma conta conjunta, mas fazem questão de lembrar que depositaram mais dinheiro na conta do que o outro. Isso não é saudável, porque cria situações de opressão dentro do relacionamento", explica.
"A qualidade da relação influencia muito a forma como o casal lida com o dinheiro. Casais que se dão bem se ajudam financeiramente, mas casais com muitas diferenças tentam se punir por meio do dinheiro. A solução é tentar manter a independência financeira, mas sempre incluir e solicitar ajuda do outro na hora de definir o destino que será dado ao dinheiro", garante.
sexta-feira, 23 de maio de 2008
5º PASSO - SUBCONTAS
Através desta ferramenta avançada é possível obter uma visualização mais detalhada das contas ao emitir relatórios e gráficos. Ainda no cadastramento de contas, é possível criar as subcontas, que vão agrupar determinados Gastos ou Recebimentos em categorias de contas que se detalharão em Subcontas.Por exemplo, o assinante quer criar uma Conta Gastos Domésticos, e inclui nesta categoria várias subcontas de despesas com a casa como, Encanador, Reforma do escritório, Aluguel, IPTU, Faxineira, etc.
Outro exemplo, o usuário está querendo arriscar e investir uma reserva do seu dinheiro ou poupança na Bolsa de Valores, e para isso quer criar uma conta Investimentos em Ações, para quando for investir na Ação, informar ao sistema o nome da Ação que comprou, criando uma subconta com o nome da Ação e valor investido. Assim, no final de um período ele poderá imprimir relatórios da categoria Despesas-Investimentos em Ações (conta)-Nome da Ação (subconta).
Para criar uma subconta:
Clique em Despesa ou Recebimento, de acordo com a conta que for criada, no Menu de tarefas.
quarta-feira, 21 de maio de 2008
Previsivelmente Irracional

Ao concluir a leitura deste livro, você saberá responder a estas e a muitas outras perguntas que têm implicações na vida particular, na vida profissional e no modo como encaramos o mundo. O livro o ajudará a repensar a fundo a forma como você e as pessoas em sua volta agem. Por meio de uma série de experiências divertidas e surpreendentes, Dan Ariely demonstra que a nossa capacidade de raciocínio tem defeitos provocados por forças invisíveis - emoções, relatividade, expectativas, apego, normas sociais - que nos induzem a fazer escolhas "Previsivelmente Irracionais".
Livro: Previsivelmente Irracional
Autor: Dan Ariely
Editora: Campus
Páginas: 304
Preço médio: R$ 44,00

